“Persistência é mais importante que inteligência”

OK, o mundo está mudando…. Mas, mudando como? Como eu me beneficio desta transformação?

Contextualizar faz parte de um esforço coletivo que se frustra a menor pesquisa que se faça na internet. A sopa de letrinhas invadiu nosso vocabulário e aumenta exponencialmente com o passar dos dias. Diariamente, start-ups nascem em virtude de novas tecnologias. Tentamos acompanhar as evoluções tecnológicas com um misto de curiosidade e receio, pois tudo é muito interessante e, de uma forma ou de outra, trará impactos às nossas vidas.

E a Educação? Como ela se insere nesse contexto disruptivo e alcança seu objetivo maior, que é o de educar as gerações atuais e futuras? Em nossa conversa passada, criei dois personagens fictícios para ilustrar algumas vantagens do ensino à distância e abordei características comportamentais que sugerem facilitar a permanência do aluno no EAD.

O brasileiro passa, em média, nove horas por dia conectado à internet. Somos um dos países mais conectados do mundo. Em contraponto, estamos em penúltimo lugar no ranking da educação em um universo de 36 países, de acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

Autodisciplina era um indicador duas vezes mais forte do que o QI

A alta conectividade do brasileiro oportuniza unir a ampla oferta de tecnologia ao atendimento das aspirações de cada um.  Por meio de ferramentas, como um Sistema de Gestão da Aprendizagem (do inglês: Learning Management System (LMS), também chamado de plataforma e-learning), uma série de recursos síncronos e assíncronos dão suporte ao processo de aprendizagem. As avaliações são on-line e permitem todo planejamento de aula pelo Professor e Coordenador de curso. Através do chat, o aluno consegue resolver dúvidas on-line ou após algumas horas. As aulas ficam disponíveis durante todo o curso, dando a opção de revisão sempre que necessário. Os fóruns são utilizados para a interação e troca de ideias entre estudantes de diversas partes do Brasil. Dentro do ônibus ou no metrô, a caminho do trabalho, o estudante revê as aulas, lê um capítulo ou acessa um artigo indicado pelo professor. Tudo em uma mesma plataforma.

Nos polos de apoio, o uso centenário do quadro negro deu lugar ao projetor de transparências que deu lugar aos projetores. Esses projetam as telas do ambiente virtual de aprendizagem, onde vídeo, áudio e paperbooks dão o tom do aprendizado. A exposição de informação deu lugar à pesquisa por informações. O único limite para o aprendizado humano reside em nós mesmos.

“Persistência é mais importante do que inteligência”, este é o título da coluna da Jornalista Érica Fraga. No texto ela navega sobre a trajetória do enxadrista Garry Kasparov, um dos maiores jogadores de xadrez de todos os tempos. Kasparov afirmava em suas entrevistas que a perseverança o fez chegar ao topo, e não a inteligência. Ou seja, a capacidade de seguir em frente e perseverar aparecem com mais frequência nas pessoas de sucesso. Os pesquisadores Duckworth e Martin Seligman concluíram que a autodisciplina era um indicador duas vezes mais forte do que o QI (coeficiente de inteligência). 

Este texto foi escrito originalmente para a edição 89 do Jornal Empresariall.

Curtiu o Post? Compartilhe!

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on whatsapp
WhatsApp

Você também pode curtir esses posts: